sexta-feira, junho 27, 2008
quarta-feira, junho 18, 2008
Playlist, não consome tempo...
Ando sem tempo para pensar!
Ando sem tempo para escrever!
Ando sem tempo para ler!
Ando sem € para ir ao Japão... Fdx!
Os dias passam rápido, demasiado rápido....
Mas já há planos B na calha;)
Em repeat, este som tem me acompanhado toda a semana*
Ando sem tempo para escrever!
Ando sem tempo para ler!
Ando sem € para ir ao Japão... Fdx!
Os dias passam rápido, demasiado rápido....
Mas já há planos B na calha;)
Em repeat, este som tem me acompanhado toda a semana*
domingo, junho 15, 2008
segunda-feira, junho 02, 2008
quinta-feira, maio 29, 2008
segunda-feira, maio 26, 2008
domingo, maio 25, 2008
A ultima semana foi assim...
O Torneio - XXXVIIIth MERCURIALES 2008 (Universidade HEC - PARIS):«Les Mercuriales HEC » is a student club that, since 1981, has been organizing a large sports tournament at university level.
From May 18th to May 24th 2008, over 500 athletic students, both French and International, will meet at HEC to compete in both men’s and women’s tournaments, in sports such as soccer, rugby, basketball, handball, and volleyball.
In 2007, we welcomed seven foreign delegations from Italy, Germany, Portugal, Hungary, Denmark, and Israel. Of course, HEC students and students from other nearby French universities were also invited.
However, the week is not just about the sports tournaments. First of all, exhibition matches are organized between professional French teams and the best student athletes. Many activities are also planned on campus for our guests and for HEC students, such as : a barbecue, snack breaks, concerts, and most importantly three parties, one of which, “la Nuit des Mercuriales”(Mercuriales Night) will be organized with the HEC student association.
Os participantes:
Den Haag (Holland) : They will be here for the first time, and want to play “social rugby”
Pula (Croatia) : They are coming for the first time in 2008… They can’t wait to know the Mercuriales spirit !
CBS (Denmark) : A bunch of crazy party people who promised to come again in 2008 with female teams.
University of Liuc (Italy) : They come every year with their incredible team spirit !
Instituto Superior Tecnico (Portugal) : They can play every sport : football, basket-ball,… but their favourite playground is the party !
University of Köln (Germany): Nice players by daylight, they will always surprise us at night… Viva Colonia !
Elte (Hungary) : How many were they in 2007 ? 110 ! The craziest team spirit we had ever seen!
Boconni (Italy) : A female volley-ball team that won the tough competition ! And open-bar specialists !
Ohalo College (Israel) : Last year, they came to win, and they won. Any challengers for them this year ?
Warsaw (Poland): They prepared a choregraphy and got the dance prize ! They also played amazingly.
Corvinus (Hungary) : International delegation, with Spanish players ! Incredible motivation on the sportsfields, and at night…
And some French teams of course : HEC, Supelec, ENS,… All very pleased to welcome the foreign delegations !
Correu bem, ficámos em 3º lugar...
Mas o regresso é sempre penoso. Custa abandonar aquela micro-realidade de desporto + festa num cenário muito agradável e envolto de um espirito fantástico.
Já conto os dias para o torneio do Ano que vem...
É uma semana inesquecivel e indescritível em que tudo acontece!!
Esta foi a minha 5ª participação e ,enquanto houver forças, vou continuar a marcar presença com a bicharada do basquete;)
segunda-feira, maio 12, 2008
sexta-feira, maio 02, 2008
! * !
Esta melodia pop, electro-rock meio psicadélico, não me sai da cabeça...
É de consumo rápido mas transmite boas ondas;)
É de consumo rápido mas transmite boas ondas;)
quinta-feira, abril 24, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
Falho, para já, o Tri
Nick Cave regressa a Portugal este mês.
Já o ouvi/vi duas vezes (em 98 no Coliseu e em 2002 no CCB ) mas infelizmente, apesar de arquitecturas várias que tentei fazer na minha agenda, 2ªf dia 21 Abril vou falhar o concerto no Coliseu. De qualquer maneira, há muito que os bilhetes esgotaram...
Sou, há muitos anos, um confesso fiel admirador da sua música e criação.
Gosto dos vários ambientes que as acompanham e agradam-me os universos e sensações que despertam ao timbre grave soturno da sua voz.
Há quem diga que existem duas grandes fases na sua carreira.
Uma mais rebelde, energética, “sangrenta” e mórbida, contador de histórias negras do Oeste e outra fase posterior mais calma, introspectiva e melancólica.
Descubro grandes canções nas “duas fases” e não dispenso os vários álbuns do trajecto.
Porém, o meu álbum favorito é sem duvido o “The Boatman´s call” que marca o virar de sonoridade do Australiano.
É um álbum que me conquistou da 1ª à última música sem pestanejar. Nick Cave divorciou-se da sua 1ª mulher, entrou numa fase introspectiva e solitária, e fez, na minha opinião, o seu álbum mais belo, melancólico e sincero/pessoal. O piano dá uma ajuda no resultado final…
Curiosamente, anos mais tarde, depois de ter refeito a sua vida, voltou a casar, teve filhos, mudou de País, e regressou com um também belíssimo álbum (“And no more shall we part”, talvez o meu 2º álbum favorito do sacana…) repleto de canções de morte e principalmente repleto de canções de amor declaradas à sua mulher…
O poder que uma Mulher pode ter no estado de criação de um artista!!
Bem, a escolha é difícil... Deixo aqui "Far from me", uma das minhas preferidas do album “The Boatman´s Call”:
Já o ouvi/vi duas vezes (em 98 no Coliseu e em 2002 no CCB ) mas infelizmente, apesar de arquitecturas várias que tentei fazer na minha agenda, 2ªf dia 21 Abril vou falhar o concerto no Coliseu. De qualquer maneira, há muito que os bilhetes esgotaram...
Sou, há muitos anos, um confesso fiel admirador da sua música e criação.
Gosto dos vários ambientes que as acompanham e agradam-me os universos e sensações que despertam ao timbre grave soturno da sua voz.
Há quem diga que existem duas grandes fases na sua carreira.
Uma mais rebelde, energética, “sangrenta” e mórbida, contador de histórias negras do Oeste e outra fase posterior mais calma, introspectiva e melancólica.
Descubro grandes canções nas “duas fases” e não dispenso os vários álbuns do trajecto.
Porém, o meu álbum favorito é sem duvido o “The Boatman´s call” que marca o virar de sonoridade do Australiano.
É um álbum que me conquistou da 1ª à última música sem pestanejar. Nick Cave divorciou-se da sua 1ª mulher, entrou numa fase introspectiva e solitária, e fez, na minha opinião, o seu álbum mais belo, melancólico e sincero/pessoal. O piano dá uma ajuda no resultado final…
Curiosamente, anos mais tarde, depois de ter refeito a sua vida, voltou a casar, teve filhos, mudou de País, e regressou com um também belíssimo álbum (“And no more shall we part”, talvez o meu 2º álbum favorito do sacana…) repleto de canções de morte e principalmente repleto de canções de amor declaradas à sua mulher…
O poder que uma Mulher pode ter no estado de criação de um artista!!
Bem, a escolha é difícil... Deixo aqui "Far from me", uma das minhas preferidas do album “The Boatman´s Call”:
sexta-feira, abril 11, 2008
Coeurs, ou a aparição cinematográfica da musa num dia de dilúvio
Choveu copiosamente durante a minha ultima estadia em Lisboa. E como não pude usufruir da total beleza da cidade, recolhi-me, como nos velhos tempos (nos 7 anos que estudei/trabalhei/vivi em Lisboa) na minha sala de cinema preferida.
O King Triplex, que na minha escala pessoal bate,a grande distância, as outras salas…
Fui ver o último filme do cineasta Francês Alain Resnais, intitulado Coeurs (Corações, na tradução portuguesa).
Um belíssimo filme que retrata os encontros e desencontros de 6 personagens. As suas vidas solitárias e histórias melancólicas cruzam-se e resultam num filme muito particular que aconselho vivamente. Dos melhores que tenho visto nos ultimos meses...Sem dúvida!

Como cereja em cima do bolo, posso referir (ai coração...) que uma das minhas musas participa no filme.
A italiana Laura Morante, aos seus 52 anos continua a deslumbrar-me;)
O King Triplex, que na minha escala pessoal bate,a grande distância, as outras salas…
Fui ver o último filme do cineasta Francês Alain Resnais, intitulado Coeurs (Corações, na tradução portuguesa).
Um belíssimo filme que retrata os encontros e desencontros de 6 personagens. As suas vidas solitárias e histórias melancólicas cruzam-se e resultam num filme muito particular que aconselho vivamente. Dos melhores que tenho visto nos ultimos meses...Sem dúvida!

Como cereja em cima do bolo, posso referir (ai coração...) que uma das minhas musas participa no filme.
A italiana Laura Morante, aos seus 52 anos continua a deslumbrar-me;)
segunda-feira, abril 07, 2008
....
Atendo o telefone.
.....
A respiração nervosa e acelerada do meu Pai no outro lado, não deixa margem de erro.
Mais uma pedrada para a família...
.....
Não sei o que dizer. Não faço perguntas…
Não quero saber nada de nada.
Já não interessa.
Tento ser racional e ordenar a sequência de coisas que tenho que fazer essa tarde. As coisas que terei que deixar encaminhadas para serem concluídas sem a minha presença nos próximos dias. Mas não me parece possível ser racional nesse momento.
O que é que isso interessa? Parece quase ridículo ter que o ser…
Tiro 5 minutos (ou terão sido 10 minutos? Sei lá…) de folga da realidade.
Caminho junto ao terreno baldio que envolve a Obra, sem querer pensar em nada.
O Paco segue-me, dedicado, e depois de duas tentativas frustradas para me por a correr, desiste de brincar e percebe a introspecção do momento.
Também ele sentiu o silêncio do nada. Deita-se a meu lado imóvel…
Volto a casa…Tenho que voltar rápido. Tenho que arrancar para Lisboa o mais rápido possível. Infelizmente a gravata preta vai comigo.
Continuo ausente.
Esqueço as chaves do carro e volto atrás…
Imagino o que será perder um Pai ou o companheiro duma vida.... Estupidez a minha pensá-lo…
Domino o egoísmo daquele pensamento e centro-me no essencial. Centro-me nas pessoas que terão que lidar com a ausência daqui para a frente. Centro-me no abraço interminável que quero dar aos que sentiram a pedrada bem forte.
Quero chegar rápido!
Quero fazer o possível para amenizar o quadro negro.
Arranco! Lost Someone, toca no rádio do carro. (Que coincidência fria a adensar a tarde…)
Não sei lidar com este momento… Não sei pôr palavras anexadas a este abraço. Tenho dificuldades em relativizar o sentimento de perda. Alguém sabe? Duvido…
Woody Allen tem uma visão irónica e, ao mesmo tempo, fatalista na matéria. Diz que não tem medo da morte.Só não quer estar presente quando ela chegar!
Eu também não!
.....
A respiração nervosa e acelerada do meu Pai no outro lado, não deixa margem de erro.
Mais uma pedrada para a família...
.....
Não sei o que dizer. Não faço perguntas…
Não quero saber nada de nada.
Já não interessa.
Tento ser racional e ordenar a sequência de coisas que tenho que fazer essa tarde. As coisas que terei que deixar encaminhadas para serem concluídas sem a minha presença nos próximos dias. Mas não me parece possível ser racional nesse momento.
O que é que isso interessa? Parece quase ridículo ter que o ser…
Tiro 5 minutos (ou terão sido 10 minutos? Sei lá…) de folga da realidade.
Caminho junto ao terreno baldio que envolve a Obra, sem querer pensar em nada.
O Paco segue-me, dedicado, e depois de duas tentativas frustradas para me por a correr, desiste de brincar e percebe a introspecção do momento.
Também ele sentiu o silêncio do nada. Deita-se a meu lado imóvel…
Volto a casa…Tenho que voltar rápido. Tenho que arrancar para Lisboa o mais rápido possível. Infelizmente a gravata preta vai comigo.
Continuo ausente.
Esqueço as chaves do carro e volto atrás…
Imagino o que será perder um Pai ou o companheiro duma vida.... Estupidez a minha pensá-lo…
Domino o egoísmo daquele pensamento e centro-me no essencial. Centro-me nas pessoas que terão que lidar com a ausência daqui para a frente. Centro-me no abraço interminável que quero dar aos que sentiram a pedrada bem forte.
Quero chegar rápido!
Quero fazer o possível para amenizar o quadro negro.
Arranco! Lost Someone, toca no rádio do carro. (Que coincidência fria a adensar a tarde…)
Não sei lidar com este momento… Não sei pôr palavras anexadas a este abraço. Tenho dificuldades em relativizar o sentimento de perda. Alguém sabe? Duvido…
Woody Allen tem uma visão irónica e, ao mesmo tempo, fatalista na matéria. Diz que não tem medo da morte.Só não quer estar presente quando ela chegar!
Eu também não!
terça-feira, abril 01, 2008
quinta-feira, março 27, 2008
Pouco a declarar
Assim num piscar do que quer que seja, passaram 10 dias desde que aqui escrevi o quer que fosse…
Todos os dias tenho tido vontade de escrever mas pura e simplesmente os dias têm sido curtos…Curtos demais para a presa que tenho em viver…
O balancete das duas ultimas semanas indica que os dias foram consumidos a trabalhar. Pouco mais que isso.
Na verdade foi a mescla de trabalho, poucas horas de sono e comodismo caseiro a responsável pelos baixos níveis da energia extra que normalmente canalizo para o que me faz sorrir…
Tenho pouco a declarar, portanto…
Nos entretantos vi um filme que me fez lembrar muito o avô João* e sonhei com a silhueta duma morena** que perdi o rasto…
Bem, tenho que ir andando...Hoje é dia de o Paco ir ao veterinário.
*- Tenho saudades do teu riso. Tenho muitas saudades tuas…
** - Morena, no sonho fiquei te a dever um beijo no ombro. Espero reencontrar-te...
Todos os dias tenho tido vontade de escrever mas pura e simplesmente os dias têm sido curtos…Curtos demais para a presa que tenho em viver…
O balancete das duas ultimas semanas indica que os dias foram consumidos a trabalhar. Pouco mais que isso.
Na verdade foi a mescla de trabalho, poucas horas de sono e comodismo caseiro a responsável pelos baixos níveis da energia extra que normalmente canalizo para o que me faz sorrir…
Tenho pouco a declarar, portanto…
Nos entretantos vi um filme que me fez lembrar muito o avô João* e sonhei com a silhueta duma morena** que perdi o rasto…
Bem, tenho que ir andando...Hoje é dia de o Paco ir ao veterinário.
*- Tenho saudades do teu riso. Tenho muitas saudades tuas…
** - Morena, no sonho fiquei te a dever um beijo no ombro. Espero reencontrar-te...
segunda-feira, março 17, 2008
É tão bom!
Chicken Tika Massala (picante médio) + Grão Vasco (tinto) + 2 salpicos de nostalgia = banda sonora da noite de sabádo
terça-feira, março 04, 2008
Paco, Paco Jobim
Estava triste, sozinho, desconfiado, descrente e muito medroso... E foi isso que me conquistou!
Em poucos dias recuperou o sorriso inocente e eu recuperei a alegria de ter um fiel companheiro cúmplice durante as 24 horas do dia...
A aventura ainda agora começou;)
terça-feira, fevereiro 19, 2008
O meu amor existe
Hoje, tudo o que poderia aqui escrever teria inevitavelmente que passar para um 2º plano, perante a delicadeza introspectiva que esta musica e estes versos me provocam…
Oiço-a há muitos anos.
Não me canso de a ouvir….
Duvido mesmo que algum dia isso aconteça… Seria um sério aviso à integridade da espinha dorsal dos meus sentimentos.
Há medida que o passar do tempo me obriga a ser irónico e me caleja o “andar”, ouvir esta música continua a ser um poderoso click instantâneo que me faz sorrir com aquele brilhozinho especial…
Hoje voltou a acontecer…
O shuffle do iPod disparou-a na minha direcção, em plena fila do Hipermercado… E a banalidade do acto de alimentar a dispensa desapareceu.
Não vi nenhum trevo na tromba de um elefante. Não vi nenhum elefante. Mas pouco interessava…
A minha fantasia era outra!
Pouco interessava o olhar frio de estranheza e desdém do cliente atrás de mim, como se toda a gente tivesse que andar zangado com a vida…
Pouco interessava a postura robótica e quase ditatorial da menina da caixa que interrompia o “meu momento” com perguntas automáticas disparadas a velocidade fulminante sobre o modo de pagamento, se pretendia factura, onde acabavam os meus artigos, se queria o leite em sacos, etc…
Nada interessava!
Naquele momento, eu só queria ouvir a música e sorrir interiormente enquanto sussurrava os versos que sei de cor há muitos Invernos. Eu só queria acreditar que o meu amor existe!
"O meu amor tem lábios de silêncio
E mãos de bailarina
E voa como o vento
E abraça-me onde a solidão termina
O meu amor tem trinta mil cavalos
A galopar no peito
E um sorriso só dela
Que nasce quando a seu lado eu me deito
O meu amor ensinou-me a chegar
Sedento de ternura
Sarou as minhas feridas
E pôs-me a salvo para além da loucura.
O meu amor ensinou-me a partir
Nalguma noite triste
Mas antes, ensinou-me
A não esquecer que o meu amor existe."
J. Palma
Oiço-a há muitos anos.
Não me canso de a ouvir….
Duvido mesmo que algum dia isso aconteça… Seria um sério aviso à integridade da espinha dorsal dos meus sentimentos.
Há medida que o passar do tempo me obriga a ser irónico e me caleja o “andar”, ouvir esta música continua a ser um poderoso click instantâneo que me faz sorrir com aquele brilhozinho especial…
Hoje voltou a acontecer…
O shuffle do iPod disparou-a na minha direcção, em plena fila do Hipermercado… E a banalidade do acto de alimentar a dispensa desapareceu.
Não vi nenhum trevo na tromba de um elefante. Não vi nenhum elefante. Mas pouco interessava…
A minha fantasia era outra!
Pouco interessava o olhar frio de estranheza e desdém do cliente atrás de mim, como se toda a gente tivesse que andar zangado com a vida…
Pouco interessava a postura robótica e quase ditatorial da menina da caixa que interrompia o “meu momento” com perguntas automáticas disparadas a velocidade fulminante sobre o modo de pagamento, se pretendia factura, onde acabavam os meus artigos, se queria o leite em sacos, etc…
Nada interessava!
Naquele momento, eu só queria ouvir a música e sorrir interiormente enquanto sussurrava os versos que sei de cor há muitos Invernos. Eu só queria acreditar que o meu amor existe!
"O meu amor tem lábios de silêncio
E mãos de bailarina
E voa como o vento
E abraça-me onde a solidão termina
O meu amor tem trinta mil cavalos
A galopar no peito
E um sorriso só dela
Que nasce quando a seu lado eu me deito
O meu amor ensinou-me a chegar
Sedento de ternura
Sarou as minhas feridas
E pôs-me a salvo para além da loucura.
O meu amor ensinou-me a partir
Nalguma noite triste
Mas antes, ensinou-me
A não esquecer que o meu amor existe."
J. Palma
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